quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Algo sobre saudade, abraços. Ao mesmo tempo.

Abraços sempre são tão protetores, não? Queria poder entender a essência de que alguns, exclusivamente, tem por si mesmo. Aquele que faz a gente desejar mais, que tem um calor sobrenatural, que chega a queimar o coração. Arde a alma de forma confortante. Transmite infinitos calafrios em frações de segundo apenas no doce lembrar de um instante. Aquele abraço espontâneo. Que chega do nada, mesmo que você já estava esperando, esperando a todo segundo, mas quieta. E por mais que sejam iguais, a cada abraço a essência transpirava mais. A cada motivo para acontecer, a cada vez que acontecia. Fecho os olhos, imagino, foco minha atenção em apenas nisso ... E segundos depois, posso sentir o calor no coração, a alma ardendo. Porém, depois de um tempo, as boas coisas desapareceram. Arrancaram de mim, sem dó nem piedade. E agora, mesmo depois de minutos com os olhos fechados, o frio permanece. E aquele silêncio sombrio que eu sempre temi, que nunca havia acontecido. Toma conta de toda essa história. E não restam nada além dessas doces e amargas palavras.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Meu peito se rasga em agonia e angústia. Abrindo feridas que a princípio se dão por incuráveis. A cada lágrima perdida rolando por meu rosto, ácidos rodeiam meu coração, lembrando-me de meus anseios. Como se já não bastasse o rosto vermelho em visão a todos, e minhas mãos já cansadas por procurar os entrelaços de seus dedos. E meu corpo fica submerso a todo tipo de contorcer. talvez ainda queira lutar, mas eu decido por fim, somente esperar.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Se meus pensamentos agredissem seus ouvidos, ou ousassem ultrapassar seus sonhos. Pertubariam a ponto de esclarecer cada desejo meu. Talvez ai, eu estaria livre desses anseios, e então, pronta para fazer acontecer. Ah, se você pudesse adivinhar!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009


Estou sentindo a brisa leve da liberdade. Esta que me chama. Talvez eu teima em cair em seu chamado, talvez não. Mas sinto como se meus poros estivem abertos, prontos para receber qualquer transpiração que possa parecer boa. Sinto meus olhos queimando de ansiedade. E por mais, sinto minha pele caindo na tentação, as gotas de suor rolando entre minhas costas. Resposta à tentação do "livre". Como se meus pés estivessem dando a partida, minha mente já voando nessa louca aventura. Falta meu coração decidir, mas de resto, o resto parece não se importar. Minha mente já decidiu, e está esperando o pulo certo, a fração de segundo perfeita para levar-me para outro lugar. Como se algo estivesse guardado. A sensação de estar alcançando algo que tanto cobicei. E eu suspiro por essa cobiça! Que venha mais sensações. Que meu coração deixe-se ficar tonto, que enrole-se calmamente, a ponto de captar cada onda de pensamento meu. E que meu pensamento esteja pronto para enfrentar cada palpitar de meu coração. E pelo tempo que durar, irei sugar o máximo que puder. Até que meus poros se fechem, a fim de se satisfazer o suficiente. E além de tudo. Que deixe gosto de quero mais.