terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Meu peito se rasga em agonia e angústia. Abrindo feridas que a princípio se dão por incuráveis. A cada lágrima perdida rolando por meu rosto, ácidos rodeiam meu coração, lembrando-me de meus anseios. Como se já não bastasse o rosto vermelho em visão a todos, e minhas mãos já cansadas por procurar os entrelaços de seus dedos. E meu corpo fica submerso a todo tipo de contorcer. talvez ainda queira lutar, mas eu decido por fim, somente esperar.

2 comentários:

Paola disse...

esperar e esperar. é bom também.
adorei o texto rê :)

disse...

De onde tu tiiiiiiiiiiiira essas coisas renata?
É belo, mas parece tão triste..não fique assssssssssim :(